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O cearense vive o auge da insegurança com a caudal de crimes que desafia a polícia e o Judiciário. Os bancos e caixas-fortes instalados para facilitar a vida do cidadão viraram armadilhas. “Pegadinhas”, “saidinhas”, “chegadinhas”, assaltos e explosões de agências bancárias já viraram rotina. As quadrilhas armadas explodem, sequestram e fazem reféns funcionários e clientes – e somem, zombeteiras.A própria polícia virou vítima dos bandos que atacam, metralham delegacias, intimidam quando não matam policiais. Em vez de reagir com estratégias eficientes, as autoridades estão entregues às delícias da discussão eleitoral de mistura com os temas da corrupção. Enquanto isso, a população, exposta ao terror e à sanha da violência, continua gritando por proteção.